Só as mães são felizes!

"O amor é intenso,único!Livre de cobranças, cheio de entregas!"

sábado, 24 de julho de 2010

Ás vezes...Eu queria ser uma mãe francesa!

Postado por LUA às 01:38
Reações: 

Aiiii, as vezes eu queria ser uma mãe francesa!!rsrsrs
Me culpo tanto por as vezes ser muito mais mãe do que esposa...de deixar tanto a desejar,por ser tão diferente da namorada carinhosa e atenciosa que fui...A vida é tão corrida quando se tem filho, marido, casa,emprego, que as vezes a gente acaba sendo mais um que outro e quando vê tá deixando um pouco de ser a esposa que sonhou ser...
Achei o texto no blog da Carol e que ela leu no site da revista Pais e Filhos, e juro, que fiquei com uma pontinha de inveja das mães francesas!!!

Lições francesas

MÃES FRANCESAS NÃO VIVEM EM FUNÇÃO DOS FILHOS E CONSEGUEM MANTER SUA VIDA AMOROSA APÓS A MATERNIDADE. SIM, ELAS SABEM VIVER BEM
POR DEBRA OLLIVIER / TRADUÇÃO DE MARIANA SETUBAL, FILHA DE CIDINHA E PAULO

Há 16 anos conheci um francês em Los Angeles e acabei indo com ele para sua terrinha, onde me casei, tive dois filhos, ganhei dupla nacionalidade e imergi na cultura local.
Ser mãe na França tinha seus desafios. Quando nosso primeiro filho, Max, tinha apenas 3 anos, nós o matriculamos numa escola bilíngue. Seis meses depois, sua classe foi convidada para uma viagem à Inglaterra, o que era um evento anual. Quando me recusei a deixar Max participar, a diretora me disse: “Madame, segurar seu filho não é bom para seu espírito de independência. Você precisa deixá-lo ir para que ele possa aventurar-se pelo mundo”. E continuou: “Nós só temos esse problema com mães americanas”.
E lá foram as crianças: as francesas para a Inglaterra; as americanas, para casa com suas mamães. As mães francesas curtiram três dias adoráveis sozinhas com seus maridos em Paris. Elas beberam vinho e namoraram bastante antes de os pequenos voltarem. Enquanto isso, as mães americanas iam para o parque, sentavam no chão, se divertiam e voltavam para casa exaustas.
Quando me mudei para Paris, fiquei admirada com as francesas: como elas conseguiam empurrar um carrinho andando de salto alto sobre paralelepípedos? Como sua libido funcionava com todas as demandas da maternidade? Como elas conseguiam e eu não?
Depois de ficar grávida do Max, fui para os Estados Unidos e voltei carregada de livros de ajuda a mães de primeira viagem, brinquedos educativos e um monte de ideias bem intencionadas sobre como resguardar o filho de qualquer contratempo que ele possa ter na vida. Assim, quando nosso bebê começou a engatinhar, protegi o apartamento inteiro com protetores de quina, cadeados nas gavetas e protetores nas tomadas.
A sala estava amontoada com brinquedos gigantes e fluorescentes. Minha vizinha francesa deu uma espiada e disse: “Seu apartamento parece um hospício”.
A casa dela era diferente. Seus filhos, de 5 e 7 anos, tinham regras e limites, e a única proteção com que ela se preocupou foi uma grade na escada. A sala era um lugar da família, espaço que as crianças aprenderam a respeitar.
Na casa dela, as crianças estavam na cama antes das 20h, de forma que a mamãe e o papai podiam ficar juntos. Esse tempo de privacidade é sagrado. E os dois não fingem que vão para a cama ler um livro: “Uma noite, quando eu estava colocando minha filha de 7 anos na cama, ela perguntou: ‘Você e o papai estão indo para o quarto se beijar?’. E eu respondi: ‘Claro. Mães e pais se beijam à noite, porque eles se amam'. 'Boa noite’”, disse ela.
NA FRANÇA, A MAIORIA DAS CRIANÇAS TEM DE SE ADAPTAR AO MUNDO ADULTO, NÃO O CONTRÁRIO. LIMITES SÃO ADOTADOS NÃO APENAS PORQUE SÃO CONSIDERADOS BONS PARA AS CRIANÇAS, MAS PORQUE ELES PROTEGEM A SAGRADA PRIVACIDADE DO CASAL. APRENDI QUE OS FRANCESES SÃO EXPERTS EM MANTER O AMOR VIVO DEPOIS DOS FILHOS.
Comecei a entender que, enquanto as mães francesas impõem limites severos aos filhos, elas também procuram deixar o caminho livre, dando um passo para trás para que eles possam se “aventurar pelo mundo”, como tinha me dito a diretora da escola.
Aos poucos, comecei a me tornar uma mãe à francesa. Quando minha filha nasceu, o nosso estoque de utensílios de proteção de bebês já estava empoeirado no porão. E quando, três anos depois, a mesma diretora me perguntou sobre a viagem anual à Inglaterra, eu sorri e disse “Oui”.

Reportagen e texto: http://www.revistapaisefilhos.com.br/pai-amor - Portal Terra

3 comentários:

Andrea Bettiati on 26 de julho de 2010 00:32 disse...

hahaha, coloca afotinho que eu quero ver depois!!!!!!! beijossssssssssssssss

lunaolargachupeta.blogspot.com

Betinhazinha on 1 de agosto de 2010 04:37 disse...

Oi Luana!

Eu conheço muita mae francesa que nao eh tao francesa assim! Ontem mesmo num churrasquinho entre amigos lembrei desse texto porque soh uma pequena minoria das minhas amigas tem esse lado french de ser.

Nada de inveja e culpa, entao! Rsrsrs

Beijinho!

Carol P on 1 de agosto de 2010 21:26 disse...

Que bom que voce gostou do texto, eu tambem achei otimo !!!!!
Bjs

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